Por Marcus Macedo / Revista Polícia e Justiça
Em meio a recentes especulações e notícias veiculadas na imprensa, o ministro da Justiça, André Mendonça, negou veementemente a existência de qualquer questão pessoal envolvendo o diretor-geral da Polícia Federal. A declaração foi dada em resposta a rumores que sugeriam conflitos internos entre os dois, que poderiam impactar a atuação da corporação.

Segundo Mendonça, a relação entre ele e o diretor da PF é estritamente profissional e pautada no respeito mútuo e no compromisso com a segurança pública do país. O ministro ressaltou que divergências pontuais, quando existem, são naturais em qualquer ambiente institucional e são tratadas com transparência e diálogo.
Além disso, Mendonça destacou que o trabalho da Polícia Federal segue alinhado com as diretrizes do Ministério da Justiça, visando sempre a eficiência, legalidade e independência das investigações. Ele reafirmou seu apoio à autonomia da PF e disse confiar plenamente na atuação do diretor-geral.
A negativa oficial busca esclarecer os fatos e evitar interpretações equivocadas que possam gerar instabilidade dentro do órgão ou prejudicar a confiança da população nas instituições de segurança.

Este posicionamento ocorre em um momento em que o governo tem reforçado a importância da cooperação entre ministérios e órgãos de segurança para enfrentar desafios como o combate ao crime organizado e a corrupção.
Em resumo, Mendonça reafirma seu compromisso com uma gestão pautada pela ética, pelo diálogo institucional e pelo fortalecimento das instituições democráticas, afastando qualquer narrativa que sugira conflitos pessoais no comando da Polícia Federal.
